003.jpg
http://gruposegeti.com.br/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/947435Fiscontal.jpglink
http://gruposegeti.com.br/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/467488837198002.jpglink
http://gruposegeti.com.br/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/146270Segeti_Silva.jpglink
http://gruposegeti.com.br/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/990153Sem_t__tulo_1.jpglink
http://gruposegeti.com.br/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/900985ARQFISCO.jpglink
Fiscontal The accounting as a source of resistance to the economic crisis SS Tap Arq Fisco


HSBC é condenado em R$ 67,5 mi por espionar funcionários em licença médica PDF Imprimir E-mail

O Banco HSBC foi condenado pela 8ª Vara do Trabalho de Curitiba a pagar uma indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 67,5 milhões por espionar funcionários afastados por motivos de saúde.

A decisão é em primeira instância e cabe recurso. Se pago, o valor será revertido ao FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).

Contatado pelo UOL, o HSBC informou, por meio de sua assessoria de comunicação, que não comentará o caso.

A acusação, feita pelo Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Curitiba e Região, conseguiu provar que a instituição contratou uma empresa de investigação para obter dados pessoais de trabalhadores afastados.

Investigadores disfarçados de carteiro e entregador de flores que invadiam as residências, filmavam o interior das casas e vasculhavam o lixo. O objetivo, segundo o sindicato, era comprovar fraudes no afastamento por doença.

O caso foi revelado em 2012, quando o Sindicato dos Bancários de Curitiba, sede nacional do HSBC, recebeu um dossiê anônimo contendo as informações coletadas pela empresa CIE (Centro de Inteligência Empresarial). Doze pessoas confirmaram ao MPT (Ministério Público do Trabalho) do Paraná ter reconhecido informações pessoais nos documentos, como descrições sobre a rotina diária.

No total, o dossiê trazia informações sobre 154 funcionários do HSBC nos Estados de Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. As espionagens ocorreram entre 1999 e 2003. O sindicato desconhece que algum funcionário tenha sido legalmente denunciado ao INSS  (Instituto Nacional do Seguro Social) por suposta fraude no benefício.

Há casos, porém, em que colaboradores teriam passado a sofrer represálias ao voltar às atividades ou teriam sido demitidos poucos meses após o fim da licença. "Temos a suspeita de que o banco tentava interferir de alguma forma na concessão dos benefícios. Mas isso precisaria de mais investigação", afirma o assessor jurídico do Sindicato, Nasser Ahmad Allan.

Segundo ele, as provas não poderiam ser utilizadas legalmente porque invadem a privacidade dos funcionários.

Em ação paralela, cuja decisão foi proferida em outubro do ano passado, o HSBC havia sido condenado pelo Tribunal Superior do Trabalho a pagar R$ 500 mil por não emitir Comunicação de Acidente do Trabalho e dispensar empregados diagnosticados ou com suspeita de Ler/Dort (Lesão por Esforço Repetitivo/Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho).

Comentários

O banco HSBC é apenas um corregionario do BANCO SANTANDER ESSE DÁ E PAGA A COTACÃO DO EURO E DE TODAS AS MOEDAS MUNDIAIS NA BOLSA DE VALORES!!!

Eu li um importante revista de tecnologia de que as maquinas dominaram todo o sistema finançeiro global em 10 anos então senhores fiquem espertos pois seus empregos estão sendo ameaçado pela tecnologia artificial como IA na espanha não existe funcionarios nos bancos porque sei estive la e presenciei tudo da medo de ver como é perfeita a coisa . E em 20 anos as maquinas dominaram o mundo eo universo esperem e aguardem.

Deveriam tb colocar as estatísticas dos que estavam fraudando o INSS...deve ter batido os 80%...nos EUA, a Procuradoria cassou um monte de aposentadoria de Bombeiros e policiais que ajudaram no 11/09 e depois se declararam "abalados psicologicamente" para conseguir aposentadoria. pesquisaram no Face e viram que o pessoal tava na vida mansa.

Acho que a privacidade não deve ser utilizada para acobertar fraudes e crimes.

Se provou que o cara ta fraudando, tem que enquadrar mesmo, pois todos nós que contribuímos pra previdência pagamos para esses "expertos" ficarem recebendo benefício e desenvolvendo outras atividades. Quem não deve não teme. Assim como políticos roubam, o povo frauda.

É o velho ditado: "Em qualquer lugar do mundo, cada um rouba o que tem acesso". Quem aí não conhece alguém que frauda a Previdência? tem até um trouuuxxxxxaaa aí abaixo falando que as fraudes na previdência começaram no governo do PTê. Não conhece nada de Ser Humano...

... mais uma prova de que o judiciário só tem marginal. Eles querem arrancar dinheiro de tudo quanto é jeito. Quer dizer que a empresa nem pode se proteger dos marginais travestidos de profissionais que mentem e se aproveitam, e quando descobertos, são acobertados pelos colegas do judiciário... que vergonha...

Pena bem aplicada. Espero que o TJ faça o mesmo.

Imagina se resolvem fazer isso com o Obama!

E o que se espera de um banco em matéria de tratamento humanitário a funcionários e clientes? Só servem se derem lucro. Fora isto os considera inúteis e descartáveis. Apenas objeto de uso e exploração financeira. È a filosofia do ramo, em alguns casos em dose paquidérmica.

Infelizmente, essa é uma situação (de pessoas estarem afastadas por doença e não estarem doentes) muito comum no Brasil. Conheço inúmeros casos de pseudos-trabalhadores que, mesmo estando afastados INSS, trabalham em outras empresas, ou abriram negócio próprio, ou não fazem nada, apenas ficam "curtindo" a vida.

Seria muito mais honesto e correto, se essas pessoas pedissem demissão das empresas que estão afastadas, mas, como no caso dos bancos, os benefícios da categoria são muito bons, como plano de saúde, vale alimentação, etc, eles querem continuar afastados, recebendo tais benefícios, e podendo manter a "vida paralela e saudável"....

Companheiro, infelizmente ocorre o fato, em pequeno percentual, todavia, é muito mais importante darmos valor ao empregado de que aos empregadores, não esqueça disto. Neste caso em particular a indenização deveria ser dirigida aos empregados em questão. Temos humanos de todas as especies, tipo politicos nojentos a empregadores safados gerando por fim um quadro de empregados merecedores deste tipo.

Trabalhar em banco é que nem trabalhar num ambiente cheio de armadilhas, quando não é a do chefe, é a do colega cheio de falsidade, quando não é a das contas erradas, é a da doença que atrapalha. A da doença é a mais perversa de todas, pois você, mesmo doente, é "zoado" porque ficou doente como se quem te zoa se considerasse imune a todas as doenças. E o chefe pode ficar doente, mas você nunca, pois sempre vão dizer que você está mentindo mesmo sendo verdade. Se o problema for uma fratura exposta, talvez acreditem em você.

As pessoas não são obrigadas a trabalharem nesse ou em qualquer banco. Se o trabalho não é bom, procurem outro. Usem a lei da oferta/procura e não o governo para regular o mercado de trabalho.

Brother, pára de puxar saco de milionário. Ora, se há violações trabalhistas, é dever do empregado e do sindicato denunciarem a empresa à justiça trabalhista. Caso contrário, a irregularidade se perpetuará com outros empregados. Denuncie, não se omita.

Fonte: UOL Economia.

 

 
   

Grupo Segeti - R. Doutor Olavo Egídio, 812 - Santana - São Paulo / SP - Telefone: (11) 2971-5500 | Design e Otimização por Barutti.com.br