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Fiscontal The accounting as a source of resistance to the economic crisis SS Tap Arq Fisco


O que significa a expansão do microcrédito PDF Imprimir E-mail


Por O Estado de S.Paulo

As operações de microcrédito oferecidas a empresários de pequeno porte e limitadas a R$ 10 mil por tomador cresceram 43,3% em 12 meses, até janeiro, atingindo R$ 5,5 bilhões. Num período de diminuição do ritmo de crescimento da oferta de crédito em geral, os tomadores do microcrédito tiveram acesso a essa modalidade destinada a suprir necessidades básicas de capital, como a aquisição de equipamentos para um salão de cabeleireiro ou o pagamento do aluguel.

Destinam-se ao microcrédito valores equivalentes a 2% dos depósitos à vista captados pelas instituições bancárias. Os principais operadores da modalidade são os bancos públicos, pois os bancos privados, com raras exceções, preferem depositar os 2% no Banco Central, a título de recolhimento compulsório, para não incorrer nos custos de constituir uma carteira especializada, mas pouco rentável.

No mundo, as operações de microcrédito ficaram em evidência com o Banco Grameen, de Bangladesh, criado em 1976, que beneficiou, inicialmente, pequenos empresários informais como costureiras, quituteiras ou sapateiros que chegavam a tomar emprestado quantias ínfimas, de US$ 50,00 ou US$ 100,00, para iniciar as atividades. O Grameen cresceu. Em 2010, tinha 78 milhões de clientes em vários países.

No Brasil, uma modalidade de microcrédito foi implantada pelo Banco do Povo, do Estado de São Paulo, criado em 2001. No plano federal, a regulação das operações é da década passada. Em 2011, foi criado o Programa Nacional do Microcrédito, para empreendedores que faturam até R$ 120 mil anuais. Neste caso, o Tesouro Nacional subsidia os bancos que realizam as operações de microcrédito.

São beneficiados, entre outros, moradores de comunidades pobres que habitam morros cariocas ou periferias de cidades do Nordeste.

O comportamento dos tomadores do microcrédito não parece ser muito diferente do de quaisquer mutuários sem tradição bancária, que cometem erros tais como o descontrole das contas e a dificuldade de honrar os compromissos.

Mesmo pagando juros inferiores à inflação, que se aproxima dos 6% em 12 meses, a inadimplência nas operações do microcrédito mais que dobrou, passando de 2,7%, em outubro de 2013, para 6,9%, em janeiro, segundo o jornal Valor. Os números fazem supor que os atrasos não se devem só ao custo do crédito, mas às dificuldades dos tomadores em gerir sua vida financeira.

Fonte: Estadão 

 

 
   

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