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Águias, Patos e Pessoas... PDF Imprimir E-mail


Por: Marcos Fabossi

“Durante anos, meu problema foi o de acreditar que, se trabalhasse duro e ensinasse as coisas certas, poderia transformar patos em águias. Isso simplesmente não funciona assim.

Devo admitir, foi uma lição muito dura de aprender. Valorizo demais as pessoas. Acredito, com toda sinceridade, que todo mundo tem seu valor. E por muitos anos achei que qualquer um pudesse aprender qualquer coisa. Por causa disso, eu continuava tentando enviar meus patos para a escola de águias…”.

(Trecho do “O Livro de Ouro da Liderança” – John Maxwell)

É fácil entender o que o mestre John Maxwell está tentando dizer: patos não se tornam águias e analogicamente não adianta gastar tempo e esforço tentando transformar em líderes “pessoas que não têm perfil para liderança”.

Apesar de todo o respeito e admiração que tenho por John Maxwell, sua experiência e seus ensinos, eu não concordo com essa afirmação. Ela é certamente verdadeira, se estivermos falando de patos, águias, cavalos, gatos, cães ou quaisquer outros animais, mas não quando se refere a seres humanos.

Os animais têm seu comportamento e características determinados pelo DNA de sua espécie, mas esse mesmo determinismo genético não se aplica aos seres humanos, porque se isso fosse verdade, melhor seria nos conformarmos em ser aquilo que nossos pais e avós foram um dia, parar de lutar por novas possibilidades e deixar que nosso futuro fosse então, determinado pelo passado.

Animais são guiados por reflexos e instintos. Sua ação instintiva é regida por leis biológicas, idênticas e invariáveis. O instinto animal é uma atividade que ignora a finalidade da própria ação.

O ser humano, por sua vez, age de maneira consciente, porque existem antes pensamentos e possibilidades. Diferentemente dos animais, os seres humanos passam por experiências que mudam sua forma de pensar e agir; seres humanos aprendem, ensinam, divulgam e adquirem experiências, ajudam, são ajudados, cometem erros, perdem, ganham, amam e são amados, enfim, transformam-se todos os dias.

O ser humano age de maneira consciente porque existem antes pensamentos e possibilidades.

Qualquer ser humano pode se tornar mais efetivo como pai, mãe, filho, namorado, cônjuge, amigo, vendedor, gerente, diretor, presidente e líder. Ninguém está fadado a ser sempre do mesmo jeito, podendo ser ele mesmo o agente de sua própria transformação que depende basicamente de desejo, decisão, disciplina, empenho e perseverança.

Nem todos se tornarão líderes, porque nem todos desejam tornar-se líderes, mas para aqueles que buscam verdadeiramente a liderança, prefiro dizer que mais frustrante que mandar patos para a escola de águias é manter as águias na escola de patos, porque estes trazem dentro de si um clamor por voos muito mais altos.

Marco Fabossi  é Conferencista, Escritor, Consultor, Coach Executivo e Coach de Equipe, com foco em Liderança. Sócio-diretor da Crescimentum – Alta Performance em Liderança, que tem como missão: “Construir um mundo melhor, transformando pessoas em líderes extraordinários“.

Fonte: Blog do Fabossi

 

 
   

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