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Encadeamento entre grandes e pequenas empresas gera R$ 4 bi PDF Imprimir E-mail


Por Abnor Gondim

O encadeamento produtivo entre grandes e pequenas empresas movimenta cerca de R$ 4,5 bilhões e pode aumentar muito mais com novos ajustes tributários e desburocratização. "A política econômica tem que deixar de ser polícia econômica", criticou o ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República (SMPE), Guilherme Afif Domingos, na abertura do Fórum Encadear - Pequenas e Grandes Empresas Trabalhando Juntas, que começou ontem em São Paulo e vai até hoje.

O evento é realizado pelo Sebrae para debater as vantagens, desafios e oportunidades das relações comerciais entre pequenas empresas e corporações como Gerdau, L'Oréal, Invepar, Nestlé, Petrobras, M.Dias Branco, Aurora Alimentos e a associação dos fabricantes de veículos Anfavea, entre outras.

Para o ministro, é necessária a criação de uma tabela de transição das pequenas empresas para não saíram abruptamente do regime do Supersimples, quando ultrapassam o faturamento de R$ 3,6 milhões por ano."Hoje surgem as empresas caranguejo. Ou seja, o empresário vai se expandindo para os lados, abrindo empresas em nome de parentes até acabar o número", comparou o ministro. "Assim, ele tenta evitar sair do Super Simples para não cair no complicado.

"Ele detalhou os obstáculos que as pequenas empresas encontram quando começam a crescer. "É preciso ter presente que, à medida em que o processo de encadeamento seja eficiente, as pequenas empresas beneficiadas deverão crescer, mas a falta de um processo de desenquadramento gradativo dos ciclos as coloca em risco ao terem que enfrentar a burocracia e a tributação. Por isso o Brasil precisa de um grande Simples e não um Simples restritivo", explicou Afif Domingos.

Estudo inédito do Sebrae, lançado no evento, desfaz a ideia de que as grandes empresas e as pequenas empresas são concorrentes . Entre as pequenas companhias atendidas pelo Sebrae no programa de encadeamento produtivo, o aumento médio no faturamento foi de 34% e de 26% na lucratividade. Já para 90% das grandes companhias, a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pelas pequenas aumentou e em 20% dos casos os prazos de entrega foram reduzidos.

"Existe ainda muito desconhecimento: a grande empresa acha que o pequeno não é capaz e a pequena acha que o grande não é para ele. Mas eles podem ter papéis complementares, desde que haja preparação para isso", avalia o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto.Hoje são 116 projetos nacionais e regionais de Encadeamento Produtivo no Sebrae, que envolvem mais de 19 mil pequenas empresas e cerca de 60 companhias de grande porte.

Na pesquisa, um terço dos pequenos empresários revelou que após receberem do Sebrae as consultorias técnicas sobre planejamento, finanças, inovação, marketing organizacional, logística, entre outras ações, as reclamações das grandes empresasdiminuíram. E para 60% das âncoras, a presteza e a flexibilidade das pequenas para atender suas necessidades melhorou.

Fonte: DCI – SP

 

 
   

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