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Fiscontal The accounting as a source of resistance to the economic crisis SS Tap Arq Fisco


Desenvolvimento Profissional – Quem é o responsável? PDF Imprimir E-mail


Por 
Euclides B. Junior

Um dos grandes mitos que insiste em permanecer vivo nas corporações é: “Quem é o responsável pelo desenvolvimento de seus profissionais – a própria empresa, que deve investir no aperfeiçoamento de seus colaboradores; ou cabe ao colaborador buscar formas de aperfeiçoamento profissional?”

Esta dúvida não é infundada, pois se considerarmos que, até recentemente, as empresas assumiam integralmente este papel e, hoje em dia, existe um discurso verbalizado por todos os níveis hierárquicos em que se afirma que esta responsabilidade é do colaborador.

Realmente, não há inverdade neste discurso.

O problema é o radicalismo que veio com essas palavras. Trocando em miúdos, meu entendimento sobre o tema é o seguinte: anos atrás, as empresas eram paternalistas e maternalistas, ao mesmo tempo cuidavam de seus colaboradores como se fossem seus filhos, custeavam tudo o que fosse necessário para seu desenvolvimento e para a efetiva entrega de resultados como forma de retribuição. Infelizmente, este retorno muitas vezes não acontecia com a mesma intensidade.

Como toda empresa vive de resultados, quer seja privada, pública, ONG’s (organizações não-governamentais) e até entidades sem fins lucrativos – quero deixar claro que não se trata de um discurso corporativista e até mesmo capitalista.

Após esta “falta de retorno”, ora pela inexistência de recursos institucionais para a disseminação do conhecimento adquirido, ora pela perda deste profissional para mercado, em razão, justamente, do conhecimento adquirido, as lideranças de pequenas e grandes empresas adotaram o discurso mencionado acima, e, desde então, a responsabilidade pelo desenvolvimento de um profissional cabe a ele mesmo.

Mais uma vez eu reforço, não há inverdade neste discurso. Mas então, qual deve ser a postura de empresas e profissionais diante deste cenário ainda turbulento?

Vou falar agora aos profissionais antigos e também aos recém-chegados ao mercado de trabalho. Caro colega, diferentemente de tempos anteriores, vivemos na Era do Conhecimento, na Era das Competências.

Hoje em dia, quanto mais preparado um profissional estiver para encarar adversidades e mudanças constantes que o mercado nos coloca, mais visível e disputado será no mercado. Portanto, não espere que o conhecimento chegue até você. Há inúmeras fontes de conhecimento, acessíveis a todos os bolsos e em diversos formatos, que vão desde livros até palestras virtuais, onde é possível aprimorar-se em diversos temas.

Tenha em mente, sobretudo, que o conhecimento vai acompanhá-lo onde você estiver e será um diferencial perante outros profissionais, sejam candidatos a uma oportunidade de uma vaga em uma empresa ou colegas disputando uma promoção.

Agora, a conversa é com você gestor: utilize sua verba de treinamento de forma consciente, direcionando-a ao desenvolvimento das pessoas e com foco em suas competências, desde que estas estejam alinhadas às necessidades organizacionais. Se preferir, utilize esse recurso como forma de recompensa ao alcance de resultados esperados, mas não deixe de investir nos profissionais de sua equipe, para que eles não sejam levados pelo vizinho.

Entendam, líderes e liderados, que esta responsabilidade é compartilhada. Profissionais devem buscar desenvolvimento; e gestores, identificar eventuais necessidades de desenvolvimento de suas equipes, a fim de fortificá-las para superar obstáculos e atingir metas corporativas.

Carreguem esta visão consigo e, certamente, o ambiente de trabalho será cada vez melhor.

Fonte: Ancora RH

 

 
   

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