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Demografia das empresas mudou em 20 PDF Imprimir E-mail
Quinta, 25 de Setembro de 2014 11:16

Demografia das empresas mudou em 2014

Em 2012, taxa de sobrevivência das companhias brasileiras foi a maior dos últimos quatro anos, segundo IBGE; mas, com o atual quadro da economia, cenário deve piorar neste ano.

SÃO PAULO - O cenário de desaceleração da economia neste ano deve influenciar negativamente na taxa de sobrevivência das empresas brasileiras. Contudo, com a entrada em vigor do novo Simples, poderá haver uma retomada no ano que vem.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou ontem que a taxa de sobrevivência das empresas residentes no Brasil em 2012 foi de 81,3%, ligeiramente acima do patamar verificado em 2011 (80,8%) e o maior desde 2008 (78,2%).

"Contudo, este não deve ser o resultado que será verificado para este ano. Com o atual cenário de recessão, e com as previsões de que a economia deve crescer abaixo de 1%, a taxa será diferente", entende Gabriel Quintanilha, advogado e professor do Ibmec/RJ e da Fundação Getulio Vargas (FGV/RJ).

O consultor e professor da ESPM, Adriano Gomes, endossa a opinião do advogado. "Estudo da Serasa Experian, divulgado na semana passada, mostrou que mais de 50% das empresas analisadas [7 milhões de companhias] estão com dívidas em atraso, e, por isso, tiveram o nome incluído na lista de inadimplentes, o que leva a crer que muitas podem até não prosseguir com suas atividades", disse, ao se referir ao levantamento com dados de julho deste ano.

Influências

Para Quintanilha, a carga tributária e a quantidade das obrigações acessórias são o que impedem o surgimento de empresas, assim como são fatores que ajudam na decisão de encerrar as atividades. "Enquanto no Brasil são é tributados patrimônio, renda, consumo, produção e circulação de mercadorias, em outros países são só patrimônio e renda", exemplifica.

Pelos dados do IBGE, apesar da taxa de sobrevivência ter sido positiva, a taxa de entrada [nascimento ou reentrada] de 2012 ficou em 18,7%, a menor desde 2008 (21,8%). A taxa de saída, porém, foi de 17,4%, acima apenas da verificada em 2010 (16,3%).

O advogado comenta que em 2015, com a possibilidade de todas as atividades poderem optar pelo Supersimples - desde que faturem até R$ 3,6 milhões por ano -, mais empresas devem ser criadas, além de que a taxa de sobrevivência, por reduzir a complexidade tributária, deve melhorar ante o que este ano revelar.

Atividades

A atividade econômica que mais se destacou, ao mesmo tempo, nas entradas (372,8 mil) e saídas (390,2 mil) de empresas no mercado em 2012 foi comércio. Por outro lado, com relação à sobrevivência, 48,1% das empresas (1,8 milhão) estavam neste setor.

No entanto, o professor da ESPM avalia que a entrada em vigor das novas regras do regime Simples Nacional deve ajudar mais na decisão de abrir uma empresa no ramo de serviços. "O consumo está em desaceleração desde 2012, como mostram os números do IBGE, o que deve prejudicar o setor de comércio, que já estava incluído no Supersimples", diz.

Autor: Fernanda Bompan

Fonte: DCI

 

 
   

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