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Listar documentos reduz falhas PDF Imprimir E-mail
Segunda, 16 de Março de 2015 06:00

De acordo com o diretor financeiro do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis do Rio Grande do Norte (Sescon/RN), Max Rocha de Medeiros, o ideal é que o contribuinte faça uma “checklist” de toda a documentação que poderá ser usada para o preenchimento da Declaração do Imposto de Renda. “Os documentos indispensáveis são: informe de rendimento da fonte pagadora, livro de caixa devidamente preenchido/escriturado, comprovantes de todos os pagamentos realizados a pessoas físicas e jurídicas com seus respectivos números de CPF e CNPJ”, listou o contador.

Medeiros

No caso das informações relativas aos dependentes dos declarantes, Max Rocha de Medeiros frisou que, é extremamente importante, total atenção no repasse dos dados à Receita Federal. “É preciso informar o número do CPF dos dependentes a partir dos 18 anos. Se não informar, cai na Malha Fiscal”, comentou. No que concerne ao campo destinado aos dependentes, o declarante deve ficar atento aos documentos que comprovam, prioritariamente, gastos com educação e saúde.

O Sescon orienta que as informações relativas aos gastos com saúde, por exemplo, estejam individualizados. Isto para facilitar o cruzamento das informações pela Receita Federal entre o que foi declarado pelo prestador de serviço e por quem o contratou. Os planos de saúde devem fornecer essas informações de forma detalhada, conforme requisitado pelo cliente. E, sempre que ocorrer um atendimento médico particular, com pagamento da consulta ou procedimento através de dinheiro em espécie, cartão de crédito ou cheque, de suma importância guardar o comprovante com dados corretos e atualizados do prestador do serviço.

Comprovantes

“Interessante lembrar ao contribuinte que são essas as formas seguras de comprovar que o serviço ou profissional foram pagos. Além do mais, os comprovantes devem ser guardados por, no mínimo, cinco anos”, relembrou Max Rocha de Medeiros. Ele apontou que uma das informações que, quando repassadas errada culmina com a retenção da declaração, é a relativa ao patrimônio do declarante. “A variação patrimonial não pode ser incompatível com a renda. E isso inclui veículos e imóveis”, destacou.

Para quem recebe pagamento de aluguel, por exemplo, o contador orienta a preencher a declaração como rendimento recebido de terceiros e não via imobiliária. “Muitos contribuintes ficam com a declaração retida por causa disso. O declarante deve informar o montante repassado à imobiliária pelo serviço prestado, o que não entra na conta do aluguel recebido”, apontou.

FONTE: Tribunal do Norte

 

 
   

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