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COMO RETER TALENTOS NA EMPRESA PDF Imprimir E-mail
Quinta, 14 de Janeiro de 2016 06:00

COMO RETER TALENTOS NA EMPRESA

EFEMERIDADE NAS RELAÇÕES, SENSAÇÃO DE ‘PORTABILIDADE’, GESTÃO RETRóGRADA,FALTA DE EMOÇÃO E DESAFIOS SÃO ENTRAVES PARA RETER TALENTOS; ESPECIALISTA Dá DICAS DE COMO IDENTIFICAR O VERDADEIRO PROFISSIONAL TALENTOSO

 

Hoje em dia, os relacionamentos são menos duradouros e os espectadores prestam atenção por um tempo cada vez mais curto ao que escutam ou assistem. Consumidores descontentes com serviços já conquistaram o direito de mudar os fornecedores por meio das leis de portabilidade vigentes no país. “E em tempos de portabilidade em que tudo pode ser mudado muito facilmente, as pessoas tendem a aplicar esse parâmetro a suas próprias carreiras. Elas acreditam que é possível mudar diante do primeiro momento desfavorável, situação que tem contribuído para aumentar a dificuldade em atrair e reter talentos”, explica o sócio-diretor da MOT, Alfredo Castro.

Para ele, não é realista esperar que um trabalho ou um emprego seja sempre uma sequência de sucessos. “É como a imagem de um exame cardíaco. Quando for uma linha reta significa que o paciente está morto. A vida, inclusive a empresarial, é feita de altos e baixos”, compara. “Por isso, muitas vezes, é melhor ter paciência e suportar momentos não tão positivos na empresa onde se trabalha”, afirma.

 

TALENTOS X EMPRESAS

Apesar disso, Castro enfatiza que cabe às empresas serem mais atrativas para seus talentos. Gestores retrógrados, líderes que não dialogam com liderados, atitudes autoritárias e pouco participativas afastam as pessoas mais talentosas, pois elas sabem que terão outras oportunidades no mercado. “Muitos executivos que hoje ocupam essa posição, no início de suas carreiras, trabalhavam tirando cópias e fazendo tarefas pouco interessantes. Hoje, isso precisa mudar, porque os jovens percebem que há uma multiplicidade de possibilidades e que não é necessário esperar a situação melhorar, basta aceitar uma nova oferta de trabalho”, ressalta.

Uma solução é trazer mais emoção, diversão e desafio para o ambiente de trabalho. “O líder deve se propiciar desafios e emoções, questionando o status quo. Mas é importante frisar que dentro do mundo empresarial as aventuras devem ser consequentes, planejadas e com risco calculado”, diz o especialista.

Segundo ele, outra situação também merece ser refletida: nem sem- pre um talento profissional se compatibiliza a todas as organizações. “Talento é uma classificação que se dá na comparação do que se espera da estratégia e da vocação da empresa para o futuro”, define. A ideia da existência um talento “absoluto”, que possa servir às mais variadas empresas e situações é ilusório. “O uso de critérios subjetivos para en- contrar um profissional talentoso acontece apenas quando não se sabe o que esperar do futuro”, alerta. Isso pode ser entendido como um problema de planejamento e estratégia empresarial e organizacional.

Dessa forma, Castro lista três competências comportamentais que um profissional talentoso deve ter, e que os gestores devem se atentar na hora da contratação:

1. Flexibilidade: Um profissional de talento consegue perceber as mudanças que ocorrem no cenário ao seu redor, sabe se adaptar a elas e encontrar alternativas para conciliar a esse novo quadro.

2. Capacidade de conexão: Conectividade não é apenas uma característica necessária para o universo tecnológico. Serve também para estabelecer boas relações sociais na “vida real”, com pessoas reais. O profissional conectado consegue ressignificar a diversidade, um conceito fundamental no mundo de hoje.

3. Conciliar razão e emoção: O mundo do trabalho não é feito apenas de decisões racionais e análises, também é feito de paixão. Essa característica é a chamada inteligência emocional, que permite equilibrar a paixão e o senso de praticidade, usando o melhor de cada um deles.

 

 

Fonte: Revista do Sescon-SP edição 291

 

 
   

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