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Empresas aplicam testes de integridade para evitar casos de fraude no trabalho PDF Imprimir E-mail
Quinta, 02 de Março de 2017 15:25

Para identificar o nível de resiliência de profissionais diante de dilemas éticos, a S2 consultoria criou o PIR (Potencial de Integridade Resiliente)

Fraude e corrupção no trabalho podem ser evitadas por meio de ferramentas de avaliação.

Buscando evitar casos de fraude no ambiente de trabalho, algumas empresas estão tentando analisar não somente a competência dos profissionais nos âmbitos técnico e intelectual, mas também a capacidade de resistência a pressões quando expostos a situações de conflitos éticos. 

 Atualmente, existem companhias especializadas em tratar atos de fraude e assédio nas organizações, como é o caso da S2 Consultoria. A organização oferece às empresas uma ferramenta de Gestão e de Desenvolvimento Humano que analisa a postura ética de candidatos, funcionários e até mesmo dos fornecedores.  

 

 Para identificar o nível de resiliência que profissionais possuem quando estão diante de dilemas éticos, a consultoria criou o PIR (Potencial de Integridade Resiliente). "O quociente de Resiliência de Integridade da pessoa aponta que quanto maior sua magnitude, menor a manifestação de comportamentos antiéticos", explica Renato Santos, um dos sócios da S2.

 

É possível personalizar a ferramenta para uma série de níveis hierárquicos e atividades diferentes. O modelo é baseado em um questionário com perguntas que incluem temas como oferta de presentes e uso de informações confidenciais.


De acordo com Santos, é avaliada a capacidade de um profissional aderir eticamente aos valores de uma organização. "As respostas são coletadas em três formatos: múltipla escolha, dissertativas e relatos em vídeos, o que permite uma avaliação de fatores de linguagem verbal e não -verbal", conta. As informações sobre os profissionais servem, segundo ele, para que as empresas se estruturem no sentido de evitar desvios de comportamento.

 

A Endeavor, organização mundial de fomento ao empreendedorismo, é uma das companhias que utilizam a ferramenta que evita casos de fraude para fazer a seleção de empreendedores. "Nosso intuito é selecionar não só bons negócios, mas que eles sejam liderados por pessoas que refletem os nossos valores", ressalta Luiz Guilherme Manzano, diretor de apoio a empreendedores.

"Acreditamos que avaliar esses dois lados é fundamental pra que a gente apoie os empreendedores que vão de fato transformar setores e ajudar a melhorar o Brasil", conclui.

 

Por Brasil Econômico 

Fonte: Economia - iG 

 

 

 
   

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