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Está desempregado? Veja 10 dicas para procurar emprego PDF Imprimir E-mail
Quinta, 17 de Agosto de 2017 10:36

Segundo especialistas, profissional não deve ter vergonha de falar que está sem trabalhar, mas 'atirar' para todos os lados não ajuda na recolocação.

 

 

 

O Brasil registrou 26,3 milhões de trabalhadores desempregados e subocupados no segundo trimestre, informou nesta quinta-feira (16) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar de desemprego ter caído um pouco nos últimos meses, ainda há muita gente em busca de um trabalho no Brasil.

A taxa composta de subutilização da força de trabalho agrega os trabalhadores desempregados, aqueles que estão subocupados por insuficiência de horas trabalhadas e os que fazem parte da força de trabalho potencial (não estão procurando emprego).

Em tempos de concorrência alta, o que o profissional pode fazer para ser escolhido para uma vaga de trabalho?

Segundo especialistas em carreira e recursos humanos ouvidos pelo G1, o primeiro passo é mostrar que está disponível para o mercado de trabalho, ou seja, não ter vergonha de falar sobre o desemprego.

“A melhor forma é ser transparente. O profissional deve deixar claro a amigos, colegas, ex-parceiros de trabalho e familiares que está disponível para novas oportunidades. Profissionais de todos os níveis estão sujeitos à demissão e as razões não se limitam à baixa performance. Bons profissionais também podem ser dispensados devido a necessidades de ajustes na companhia e a algum momento desafiador do mercado”, afirma Fernando Mantovani, gerente geral da Robert Half.

Lucas Oggiam, gerente da Page Personnel, consultoria de recrutamento para cargos de nível técnico e suporte à gerência, indica que o profissional converse primeiramente com as pessoas mais próximas. “Ninguém é responsável por nossa recolocação, somos os principais interessados. Com isso, mostrar-se disponível e grato a ajuda de outros é muito importante”, diz.

Veja abaixo 10 dicas para conseguir emprego:

1) Networking e amigos

“O primeiro passo é comunicar a rede de contatos de que está disponível para novos desafios no mercado de trabalho. Depois, é hora de fazer um mapeamento para alinhar as expectativas pessoais à realidade”, indica Mantovani.

2) Não “atirar” para todo lado

Mandar currículo para todas as oportunidades que aparecem não é uma boa opção para quem está em busca de um emprego. “Os principais erros ao procurar emprego podem ser resumidos a enviar o mesmo currículo para uma série de vagas sem tomar o cuidado de verificar se possui as qualificações técnicas e comportamentais desejadas pelo empregador ou sem personalizar com palavras-chave que tenham relação com o anúncio”, diz Mantovani.

3) Currículo atualizado

É comum esquecer de atualizar o currículo ou não colocar a informação de um curso logo após a conclusão. Mas na hora em que se começa uma busca efetiva por um emprego, o profissional precisa deixar o documento atualizado com suas informações profissionais e, principalmente, de contato.

4) Autoconhecimento

“É preciso fazer uma análise sobre a oportunidade como um todo, incluindo afinidade com a vaga e a empresa em questão, além de chances de aprendizado e crescimento profissional”, diz Mantovani. Segundo ele, o salário não deve ser o principal fator na hora de procurar emprego.

5) Explicando a demissão

Segundo os especialistas, o profissional não precisa explicar os motivos de sua demissão no currículo, mas terá que falar sobre o assunto na entrevista. “A transparência sempre é o melhor caminho, seja honesto e verdadeiro. Porém, é importante ficar atento para não demonstrar em seu discurso tons de reclamação ou fofoca. Isso não é bem visto por recrutadores”, indica Oggiam.

6) Salário

De acordo com Oggiam, o profissional que está desempregado acaba perdendo uma parte do seu poder de negociação para uma nova oportunidade. “Com isso, mantenha-se aberto para oportunidades que em casos sejam cargos ou remuneração abaixo do que possuía anteriormente”, afirma.

“Outra dica é não mencionar o salário no currículo, porque se por um lado a informação te direciona para oportunidades desejadas, por outro pode te excluir de vagas interessantes”, diz Mantovani.

7) Flexibilidade para novos projetos e desafios

Segundo Oggiam, o profissional deve estar aberto a avaliar o que o mercado pode oferecer. “Existem ótimas oportunidades em projetos especializados com tempo de duração determinado. Elas podem se transformar em um emprego permanente ou preparar o profissional para outros trabalhos”, afirma.

8) Prepara-se para a entrevista

Pesquisar sobre a empresa é essencial para ter um bom desempenho na entrevista. O profissional deve conhecer a companhia e demonstrar interesse nela também, e não somente no cargo.

O profissional deve “vender” suas realizações e resultados obtidos durante a carreira. “É importante, nesse momento da entrevista, destacar quais ações proativas contribuíram para que não se tornasse um profissional desatualizado, seja por meio de cursos on-line, palestras, workshops ou outras atividades”, diz Mantovani.

9) Ansiedade

Quem está procurando emprego fica aflito esperando respostas positivas ou negativas, mas o profissional não deve transferir isso para a pessoa que deveria dar o feedback. “Ficar desempregado nunca é fácil, e todos temos responsabilidades com as quais arcar. Porém, transferir nossa ansiedade em relação a uma recolocação para o recrutador ou indicação, não é uma atitude bem vista”, diz Oggiam.

10) Não desistir

Mesmo quando você receber um não, persista na busca pelo emprego. “Nunca é fácil falar sobre o assunto desemprego, é uma realidade que nos incomoda; porém, é algo que a vasta maioria já passou em algum momento da carreira – ou ainda irá passar. Portanto, não há motivo para vergonha”, ressalta Oggiam.

 

FONTE: G1

Por Pâmela Kometani

 

 

 
   

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